Sítio Capiranga
O Sítio Capiranga é um projeto de desmatamento evitado na Amazônia: um imóvel rural de 10.613,1029 hectares localizado no município de Coari (AM), no interior do Estado do Amazonas, cortado por uma extensa rede de cursos d’água naturais. Devidamente inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) sob o registro AM-1301209-82D5.0145.6723.4E8B.A3A5.C460.8441.15C7, o imóvel mantém 10.501,6849 hectares de remanescente de vegetação nativa, equivalente a 98,95% de sua área total, dos quais 9.420,5816 hectares estão averbados como Reserva Legal e 749,9640 hectares correspondem a Áreas de Preservação Permanente (APP) associadas aos cursos d’água que atravessam a propriedade. O cadastro não registra área consolidada (antropizada), o que evidencia o elevado grau de conservação florestal do imóvel.
O projeto se insere em um contexto de pressão crescente sobre a floresta amazônica no município de Coari. Dados de sensoriamento remoto mostram desmatamento recorrente no município ao longo de duas décadas, com picos recentes de 1.584 hectares suprimidos em 2023 e 684 hectares em 2024, além de crescimento expressivo da área queimada, que saltou de 57 hectares em 2021 para 8.572 hectares em 2024. Esse cenário caracteriza uma trajetória real e mensurável de perda de cobertura florestal na região, contra a qual o Sítio Capiranga se contrapõe como área de conservação ativa.
No recorte específico do imóvel, o monitoramento por imagens de satélite não identificou áreas de supressão de vegetação primária ou secundária na série 2004–2024, e o sensoriamento remoto registra apenas incidências pontuais e de baixíssima magnitude, com o maior valor anual observado em 2019 (7 hectares, cerca de 0,07% da área do imóvel). Essa combinação — floresta intacta em uma paisagem regional sob pressão de desmatamento — comprova, na prática, o desmatamento evitado na Amazônia que sustenta a adicionalidade e a permanência do projeto.
Além da mitigação climática associada à manutenção do estoque de carbono florestal, o projeto contribui para a proteção de recursos hídricos, por meio da preservação das Áreas de Preservação Permanente, para a conservação da biodiversidade amazônica e para a valorização econômica da floresta em pé como alternativa ao avanço da fronteira agropecuária na região de Coari.
A metodologia EarthCarbonTrade — MWC0002 v1.0 “Floresta em Pé” quantifica o desmatamento evitado na Amazônia aplicando a taxa histórica de desmatamento do município de Coari como cenário de referência (baseline) e estima uma área evitada de 11,93 hectares/ano, equivalente a 4.424,84 tCO₂e/ano de emissões evitadas. Ao longo de um período de crédito de 30 anos (20 anos retroativos + 10 anos prospectivos), o projeto totaliza 132.745,11 tCO₂e em créditos de carbono.
O Sítio Capiranga apresenta elevada adicionalidade e permanência climática. A designação legal de Reserva Legal e de APP, por si só, não impede o desmatamento — como demonstram os dados regionais de Coari —, o que reforça a relevância do monitoramento ativo, da fiscalização e do incentivo econômico promovidos pelo projeto. Sem a receita gerada pelos créditos de carbono, a floresta em pé competiria em desvantagem com o avanço da pecuária e da agricultura na região, tornando a conservação economicamente mais vulnerável.
Interessado na aquisição dos créditos de carbono deste projeto?
O Relatório Completo de Certificação, incluindo os dados de sensoriamento remoto, análises geoespaciais, metodologia de quantificação, documentação técnica e evidências utilizadas no processo de certificação, está disponível mediante apresentação técnica. Entre em contato e agende uma reunião com nossos especialistas para conhecer todos os detalhes do projeto, esclarecer dúvidas e avaliar oportunidades de aquisição dos créditos de carbono.
Créditos de carbono
132742
ODS
04
Preço
R$ 75,00 / tCO₂e
Quantidade
Total
R$
/ tCO₂e
Data de Início
25 de março de 2026
Certificação
Mowa Carbon Neutral
Descrição
Desmatamento evitado na Amazônia: conservação de 10.613 hectares de floresta nativa em Coari (AM).
O Sítio Capiranga é um projeto de desmatamento evitado na Amazônia: um imóvel rural de 10.613,1029 hectares localizado no município de Coari (AM), no interior do Estado do Amazonas, cortado por uma extensa rede de cursos d’água naturais. Devidamente inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) sob o registro AM-1301209-82D5.0145.6723.4E8B.A3A5.C460.8441.15C7, o imóvel mantém 10.501,6849 hectares de remanescente de vegetação nativa, equivalente a 98,95% de sua área total, dos quais 9.420,5816 hectares estão averbados como Reserva Legal e 749,9640 hectares correspondem a Áreas de Preservação Permanente (APP) associadas aos cursos d’água que atravessam a propriedade. O cadastro não registra área consolidada (antropizada), o que evidencia o elevado grau de conservação florestal do imóvel.
O projeto se insere em um contexto de pressão crescente sobre a floresta amazônica no município de Coari. Dados de sensoriamento remoto mostram desmatamento recorrente no município ao longo de duas décadas, com picos recentes de 1.584 hectares suprimidos em 2023 e 684 hectares em 2024, além de crescimento expressivo da área queimada, que saltou de 57 hectares em 2021 para 8.572 hectares em 2024. Esse cenário caracteriza uma trajetória real e mensurável de perda de cobertura florestal na região, contra a qual o Sítio Capiranga se contrapõe como área de conservação ativa.
No recorte específico do imóvel, o monitoramento por imagens de satélite não identificou áreas de supressão de vegetação primária ou secundária na série 2004–2024, e o sensoriamento remoto registra apenas incidências pontuais e de baixíssima magnitude, com o maior valor anual observado em 2019 (7 hectares, cerca de 0,07% da área do imóvel). Essa combinação — floresta intacta em uma paisagem regional sob pressão de desmatamento — comprova, na prática, o desmatamento evitado na Amazônia que sustenta a adicionalidade e a permanência do projeto.
Além da mitigação climática associada à manutenção do estoque de carbono florestal, o projeto contribui para a proteção de recursos hídricos, por meio da preservação das Áreas de Preservação Permanente, para a conservação da biodiversidade amazônica e para a valorização econômica da floresta em pé como alternativa ao avanço da fronteira agropecuária na região de Coari.
A metodologia EarthCarbonTrade — MWC0002 v1.0 “Floresta em Pé” quantifica o desmatamento evitado na Amazônia aplicando a taxa histórica de desmatamento do município de Coari como cenário de referência (baseline) e estima uma área evitada de 11,93 hectares/ano, equivalente a 4.424,84 tCO₂e/ano de emissões evitadas. Ao longo de um período de crédito de 30 anos (20 anos retroativos + 10 anos prospectivos), o projeto totaliza 132.745,11 tCO₂e em créditos de carbono.
O Sítio Capiranga apresenta elevada adicionalidade e permanência climática. A designação legal de Reserva Legal e de APP, por si só, não impede o desmatamento — como demonstram os dados regionais de Coari —, o que reforça a relevância do monitoramento ativo, da fiscalização e do incentivo econômico promovidos pelo projeto. Sem a receita gerada pelos créditos de carbono, a floresta em pé competiria em desvantagem com o avanço da pecuária e da agricultura na região, tornando a conservação economicamente mais vulnerável.
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Contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos.
Adotar medidas urgentes para combater as mudanças climáticas e os seus impactos.
Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação.
Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.
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[TESTE] – Fazenda Priorini
A Fazenda Priorini possui área total de 11.851,58 hectares, localizado no município de Coari, Estado do Amazonas, inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) sob o nº AM-1301209-2877.6737.1D1B.4A67.88E1.342F.A385.230E.
De acordo com as informações declaradas no CAR, o imóvel possui 10.512,07 hectares destinados à Reserva Legal, correspondentes a aproximadamente 88,7% de sua área total, além de 456,57 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs). O cadastro registra ainda 11.836,74 hectares de vegetação nativa remanescente e área consolidada igual a zero, indicando a inexistência de áreas convertidas para uso agrossilvipastoril.
Ressalta-se que as áreas de Reserva Legal, APP e vegetação nativa não são necessariamente aditivas, podendo haver sobreposição entre essas categorias, conforme a metodologia e as regras do Cadastro Ambiental Rural.
Adicionalmente, a análise do Cadastro Ambiental Rural indica que não há sobreposição do perímetro do imóvel rural com outros imóveis cadastrados, evidenciando consistência na delimitação espacial da área declarada e reduzindo potenciais conflitos fundiários associados ao cadastro.
O projeto propõe a conservação ativa dessa cobertura florestal diante da pressão de desmatamento observada na região do médio Solimões. Dados do sensoriamento remoto realizado para o município de Coari mostram que a média de desmatamento anual saltou de aproximadamente 198 hectares/ano (2004–2018) para 818 hectares/ano (2019–2024) — mais que o triplo —, com pico de 1.584 hectares em 2023.
Tabela 01 Desmatamento anual por classe — Coari/AM (Mapbiomas, 2004-2024)
O risco de incêndios florestais segue o mesmo padrão, e de forma ainda mais acentuada: a área queimada média na região passou de cerca de 51 hectares/ano (2005–2009) para 5.546 hectares/ano nos últimos três anos (2022–2024), refletindo os efeitos das secas mais severas já registradas na Amazônia.
Tabela 02. Área queimada anual — Coari/AM (Mapbiomas Fogo, 2004-2024)
A linha de base de desmatamento evitado foi estimada a partir do cruzamento dos limites do imóvel com a série histórica de uso e cobertura realizada por sensoriamento remoto, bem como os alertas de desmatamento do PRODES/DETER (INPE), estimando uma área evitada de 13,39 hectares/ano, equivalente a 4.966,35 tCO₂e/ano de emissões evitadas.
A metodologia de quantificação segue os princípios do arcabouço REDD+, alinhada aos padrões internacionais de referência para projetos florestais, tropicalizada às condições específicas de uso do solo e regime fundiário da região de Coari.
Ao adquirir créditos deste projeto, o cliente recebe login e senha de acesso ao Portal do Investidor Mowa Carbon, painel digital que permite acompanhar o ativo em tempo real ao longo de todo o seu ciclo de vida — da geração da linha de base, passando pela verificação e emissão do lote, até a aposentadoria (retirement) do crédito, com certificado digital que impede reutilização ou dupla contagem.
O painel também disponibiliza acesso permanente aos dados de origem do projeto permitindo que o cliente confirme, de forma independente, a existência e a integridade da área geradora dos créditos.
A abordagem deste imóvel rural busca elevada adicionalidade e permanência climática. Sem a receita associada à comercialização de créditos de carbono, a exploração madeireira e a expansão da pecuária permaneceriam economicamente mais atrativas no curto prazo do que a manutenção da floresta em pé — replicando a trajetória de desmatamento já observada na região.
A permanência é reforçada pela Reserva Legal averbada no CAR, pelo monitoramento remoto contínuo e por uma reserva de créditos para não permanência (buffer), mitigando o risco de reversão diante do cenário regional de intensificação de desmatamento e fogo.
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Créditos de carbono
148968
Florestas
ODS
04
R$ 75,00
/ tCO₂e
Brasil
Sítio Capiranga
O Sítio Capiranga é um projeto de desmatamento evitado na Amazônia: um imóvel rural de 10.613,1029 hectares localizado no município de Coari (AM), no interior do Estado do Amazonas, cortado por uma extensa rede de cursos d’água naturais. Devidamente inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) sob o registro AM-1301209-82D5.0145.6723.4E8B.A3A5.C460.8441.15C7, o imóvel mantém 10.501,6849 hectares de remanescente de vegetação nativa, equivalente a 98,95% de sua área total, dos quais 9.420,5816 hectares estão averbados como Reserva Legal e 749,9640 hectares correspondem a Áreas de Preservação Permanente (APP) associadas aos cursos d’água que atravessam a propriedade. O cadastro não registra área consolidada (antropizada), o que evidencia o elevado grau de conservação florestal do imóvel.
O projeto se insere em um contexto de pressão crescente sobre a floresta amazônica no município de Coari. Dados de sensoriamento remoto mostram desmatamento recorrente no município ao longo de duas décadas, com picos recentes de 1.584 hectares suprimidos em 2023 e 684 hectares em 2024, além de crescimento expressivo da área queimada, que saltou de 57 hectares em 2021 para 8.572 hectares em 2024. Esse cenário caracteriza uma trajetória real e mensurável de perda de cobertura florestal na região, contra a qual o Sítio Capiranga se contrapõe como área de conservação ativa.
No recorte específico do imóvel, o monitoramento por imagens de satélite não identificou áreas de supressão de vegetação primária ou secundária na série 2004–2024, e o sensoriamento remoto registra apenas incidências pontuais e de baixíssima magnitude, com o maior valor anual observado em 2019 (7 hectares, cerca de 0,07% da área do imóvel). Essa combinação — floresta intacta em uma paisagem regional sob pressão de desmatamento — comprova, na prática, o desmatamento evitado na Amazônia que sustenta a adicionalidade e a permanência do projeto.
Além da mitigação climática associada à manutenção do estoque de carbono florestal, o projeto contribui para a proteção de recursos hídricos, por meio da preservação das Áreas de Preservação Permanente, para a conservação da biodiversidade amazônica e para a valorização econômica da floresta em pé como alternativa ao avanço da fronteira agropecuária na região de Coari.
A metodologia EarthCarbonTrade — MWC0002 v1.0 “Floresta em Pé” quantifica o desmatamento evitado na Amazônia aplicando a taxa histórica de desmatamento do município de Coari como cenário de referência (baseline) e estima uma área evitada de 11,93 hectares/ano, equivalente a 4.424,84 tCO₂e/ano de emissões evitadas. Ao longo de um período de crédito de 30 anos (20 anos retroativos + 10 anos prospectivos), o projeto totaliza 132.745,11 tCO₂e em créditos de carbono.
O Sítio Capiranga apresenta elevada adicionalidade e permanência climática. A designação legal de Reserva Legal e de APP, por si só, não impede o desmatamento — como demonstram os dados regionais de Coari —, o que reforça a relevância do monitoramento ativo, da fiscalização e do incentivo econômico promovidos pelo projeto. Sem a receita gerada pelos créditos de carbono, a floresta em pé competiria em desvantagem com o avanço da pecuária e da agricultura na região, tornando a conservação economicamente mais vulnerável.
Interessado na aquisição dos créditos de carbono deste projeto?
O Relatório Completo de Certificação, incluindo os dados de sensoriamento remoto, análises geoespaciais, metodologia de quantificação, documentação técnica e evidências utilizadas no processo de certificação, está disponível mediante apresentação técnica. Entre em contato e agende uma reunião com nossos especialistas para conhecer todos os detalhes do projeto, esclarecer dúvidas e avaliar oportunidades de aquisição dos créditos de carbono.
Créditos de carbono
132742
Florestas
ODS
04
R$ 75,00
/ tCO₂e
Brasil
Fazenda Priorini
A Fazenda Priorini possui área total de 11.851,58 hectares, localizado no município de Coari, Estado do Amazonas, inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) sob o nº AM-1301209-2877.6737.1D1B.4A67.88E1.342F.A385.230E.
De acordo com as informações declaradas no CAR, o imóvel possui 10.512,07 hectares destinados à Reserva Legal, correspondentes a aproximadamente 88,7% de sua área total, além de 456,57 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs). O cadastro registra ainda 11.836,74 hectares de vegetação nativa remanescente e área consolidada igual a zero, indicando a inexistência de áreas convertidas para uso agrossilvipastoril.
Ressalta-se que as áreas de Reserva Legal, APP e vegetação nativa não são necessariamente aditivas, podendo haver sobreposição entre essas categorias, conforme a metodologia e as regras do Cadastro Ambiental Rural.
Adicionalmente, a análise do Cadastro Ambiental Rural indica que não há sobreposição do perímetro do imóvel rural com outros imóveis cadastrados, evidenciando consistência na delimitação espacial da área declarada e reduzindo potenciais conflitos fundiários associados ao cadastro.
O projeto propõe a conservação ativa dessa cobertura florestal diante da pressão de desmatamento observada na região do médio Solimões. Dados do sensoriamento remoto realizado para o município de Coari mostram que a média de desmatamento anual saltou de aproximadamente 198 hectares/ano (2004–2018) para 818 hectares/ano (2019–2024) — mais que o triplo —, com pico de 1.584 hectares em 2023.
Tabela 01 Desmatamento anual por classe — Coari/AM (Mapbiomas, 2004-2024)
O risco de incêndios florestais segue o mesmo padrão, e de forma ainda mais acentuada: a área queimada média na região passou de cerca de 51 hectares/ano (2005–2009) para 5.546 hectares/ano nos últimos três anos (2022–2024), refletindo os efeitos das secas mais severas já registradas na Amazônia.
Tabela 02. Área queimada anual — Coari/AM (Mapbiomas Fogo, 2004-2024)
A linha de base de desmatamento evitado foi estimada a partir do cruzamento dos limites do imóvel com a série histórica de uso e cobertura realizada por sensoriamento remoto, bem como os alertas de desmatamento do PRODES/DETER (INPE), estimando uma área evitada de 13,39 hectares/ano, equivalente a 4.966,35 tCO₂e/ano de emissões evitadas.
A metodologia de quantificação segue os princípios do arcabouço REDD+, alinhada aos padrões internacionais de referência para projetos florestais, tropicalizada às condições específicas de uso do solo e regime fundiário da região de Coari.
Ao adquirir créditos deste projeto, o cliente recebe login e senha de acesso ao Portal do Investidor Mowa Carbon, painel digital que permite acompanhar o ativo em tempo real ao longo de todo o seu ciclo de vida — da geração da linha de base, passando pela verificação e emissão do lote, até a aposentadoria (retirement) do crédito, com certificado digital que impede reutilização ou dupla contagem.
O painel também disponibiliza acesso permanente aos dados de origem do projeto permitindo que o cliente confirme, de forma independente, a existência e a integridade da área geradora dos créditos.
A abordagem deste imóvel rural busca elevada adicionalidade e permanência climática. Sem a receita associada à comercialização de créditos de carbono, a exploração madeireira e a expansão da pecuária permaneceriam economicamente mais atrativas no curto prazo do que a manutenção da floresta em pé — replicando a trajetória de desmatamento já observada na região.
A permanência é reforçada pela Reserva Legal averbada no CAR, pelo monitoramento remoto contínuo e por uma reserva de créditos para não permanência (buffer), mitigando o risco de reversão diante do cenário regional de intensificação de desmatamento e fogo.
Interessado na aquisição dos créditos de carbono deste projeto?
O Relatório Completo de Certificação, incluindo os dados de sensoriamento remoto, análises geoespaciais, metodologia de quantificação, documentação técnica e evidências utilizadas no processo de certificação, está disponível mediante apresentação técnica. Entre em contato e agende uma reunião com nossos especialistas para conhecer todos os detalhes do projeto, esclarecer dúvidas e avaliar oportunidades de aquisição dos créditos de carbono.
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Florestas
ODS
04
R$ 75,00
/ tCO₂e